A ESCOLA MUNICIPAL CRISTALINO FOI ENTREGUE A COMUNIDADE EM 14 DE FEVEREIRO DE 1999. NA ÉPOCA A ESCOLA ATENDIA DA PRÉ-ESCOLA A 4ª SÉRIE COM UMA MÉDIA DE 100 ALUNOS. COM O PASSAR DOS ANOS, A ESCOLA CHEGOU A TRABALHAR COM QUASE 500 ALUNO ATENDENDO ATÉ O 9º ANO. ATUALMENTE ATENDEMOS DO JARDIM AO 7º ANO. PARA OS PRÓXIMOS ANOS, A ESCOLA SÓ IRÁ ATENDER A EDUCAÇÃO INFANTIL E OS DOIS PRIMEIROS CICLOS DO ENSINO FUNDAMENTAL.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
UCA Total em Caetés
Relato da Professora Thelma Panerai, uma das professoras responsáveis pela formação e pesquisa do UCA Total em Caetés: O Projeto Um Computador por Aluno (UCA) é um sucesso em Caetés! Os uquinhas estão por todas as partes. Já na entrada da cidade, ao percorrermos as primeiras ruas, podemos avistar adolescentes carregando seus laptops azuis. É surpreendente e emocionante! As escolas não conseguem fechar suas portas em finais de semana, porque os milhares de novos internautas necessitam estar conectados permanentemente. Eles estão dentro das escolas durante o dia e durante o turno da noite. E são muuuuuuitos!Na cidade, há a tal praça com wireless, que agora se denomina Praça da Internet. Nela, vemos diversos grupos de crianças e jovens, sentados, concentrados,hipnotizados, com seus uquinhas abertos, trocando informações e aprendendo com seus companheiros. Isso é simplesmente indescritível! São inúmeros pequenos grupos que rodeiam o local, em constante processo de aprendizagem e/ou interação.No contato com a secretária de educação, soubemos que, em finais de semana, a praça fica completamente lotada.
Soubemos também de pais agradecidos que foram expressar alegria por terem tais laptops em casa, onde, anteriormente, só havia ferramentas como enxadas e pás. Para eles, o uso e o domínio dos uquinhas pode significar que seus filhos não pegarão em ditas ferramentas. Eu me arrepiava com os relatos da secretária. Além disso, soubemos de filhos que estão ensinando aos pais, em casa, e de crianças em processo de alfabetização que tiveram sua curiosidade ampliada em relação às letras e, com isso, querem aprender logo a ler e a entender o computador.Observem as fotos, com crianças e os adolescentes uquistas, tanto na praça como no pau-de-arara que estava estacionado ao lado da praça. Sem dúvidas, é o início de uma grande transformação em Caetés, que já recebeu a visita de jornalistas do New York Times e que receberá a visita de jornalistas da Alemanha, na próxima semana. Olééééé! De Caetés para o mundo...
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Salário Educação
O que éO salário-educação é uma contribuição social destinada ao financiamento de programas, projetos e ações educacionais. Definido pela Constituição (art. 212, parágrafo 5º) como fonte adicional de financiamento da educação básica pública, o salário-educação é contribuição social recolhida pelas empresas e corresponde a 2,5% calculados sobre o total de remunerações pagas ou creditadas a qualquer título, aos empregados segurados (art. 15, Lei 9.424/96). Instituído como contribuição social e não imposto, os recursos do salário-educação não podem ser considerados para cálculo dos 25% da receita de impostos para despesas com Manutenção e Desenvolvimento do Ensino (MDE).
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
PENSANDO A METODOLOGIA DE ENSINO PARA SURDOS NO AEE
QUE METODOLOGIA PODEMOS USAR PARA ENSINAR A LIBRAS?
Com o avanço das tecnologias e dos meios de comunicação, o acesso à informação está cada dia mais fácil, o que tem contribuído significativamente para o ensino e a aprendizagem dos alunos surdos. Assim, podemos afirmar que as novas tecnologias da informação e da comunicação são recursos valiosíssimos quando se pretende sistematizar uma metodologia de trabalho com os alunos surdos.
Durante o planejamento das atividades especializadas, é necessário ter sempre em mente a priorização da questão visual; por isso, este é o melhor canal a ser privilegiado durante as atividades a serem realizadas no AEE, pois os sujeitos surdos possuem a percepção visual muito aguçada. Portanto, ao desenvolver suas atividades selecione e priorize vídeos, páginas de internet, blogs, comunidades virtuais, e-mail, chat, webcam, escrita de Língua de Sinais, mensagens de celular, retroprojetores e TV, pois essas ferramentas tecnológicas oportunizam a participação dos alunos e os motivam a interagir.
Como Ferramenta Pedagógica para o ensino de alunos surdos, indicamos a utilização da Libras como recurso de comunicação, ensino e avaliação. Para que o processo de ensino de Libras seja mais prático, sugerimos que o retroprojetor, o datashow e demais equipamentos que projetam a imagem sejam utilizados, pois são recursos que facilitam a aprendizagem da Língua de Sinais e dos conteúdos que se precisa ensinar.
Atualmente existem bons DVDs com histórias infantis em Língua de Sinais que facilitam o aprendizado. Por meio de histórias comuns, tais como os três ursos e o patinho feio, podem-se desenvolver estratégias de ensino da língua de sinais que cativam o aluno e convida-o à interação. Para conhecer essas e outras histórias, acesse o sítio da arara azul para selecionar material para suas aulas: http://www.editora-arara-azul.com.br/estudos2.pdf
Outra forma de explorar a literatura com os alunos surdos é possibilitar-lhes a criação de histórias em que eles próprios utilizem os recursos tecnológicos. Que tal aprender a criar histórias para crianças surdas?
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
sábado, 4 de setembro de 2010
Doenças Infantis que podem causar perda auditiva
Doenças na infância, como as viroses (sarampo, caxumba e meningite), a febre tifóide e a difteria, grave, capaz de se manifestar de repente, durante a doença. Felizmente, só um número reduzido de pessoas portadoras dessas doenças desenvolve um problema auditivo. Perder audição por causa do vírus da caxumba é pouco comum, pois ele geralmente afeta apenas um ouvido, enquanto o outro permanece perfeitamente normal. O vírus da rubéola pode chegar a comprometer o desenvolvimento dos ouvidos do bebê ainda no útero. Os problemas surgem somente se a infecção bacteriana ou viral atacar a cóclea ou o nervo auditivo.
Meningite
A meningite causa inflamação da membrana que envolve o cérebro. Além dessa infecção atingir a garganta, o nariz e os ouvidos, pode destruir o órgão Corti e o nervo auditivo.
Leia este link. É uma excelente matéria à cerca do tema surdez, com bom nível de informação
OS ÓRGÃOS DO APARELHO AUDITIVO E SEU FUNCIONAMENTO
OS ÓRGÃOS DO APARELHO AUDITIVO E SEU FUNCIONAMENTO
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
UMA ABORDAGEM CRÍTICA DO ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO
O quadro abaixo propõe, mesmo de forma esquemática, fazer a distinção entre o conceito clínico de surdez e de pessoa surda e do conceito sócio-antropológico de surdez e de pessoa surda.
Conceito clínico-terapêutico de surdez e de pessoa surda | Conceito sócio-antropológicos de surdez e de pessoa surda |
- Surdez é a redução ou ausência da capacidade para ouvir total ou parcialmente sons devido a problemas que afetam o aparelho auditivo. - deficiência auditiva é uma perda uni ou bilateral, parcial ou total, de quarenta e um decibéis (dB) ou mais, aferida por audiograma nas frequências de 500Hz, 1.000Hz, 2.000Hz e 3.000Hz. - Deficiência auditiva De caráter permanente ou transitório a diminuição da capacidade auditiva em graus e intensidade distintas. - Incapacidade ou dificuldade transitória ou definitiva, estacionária ou progressiva, de ouvir sons. - inabilidade ou dificuldade para ouvir sons específicos, da fala humana e/ou ambientais. - incapacidade de ouvir que gera a ausência natural da fala. - o modelo linguístico da pessoa com deficiência auditiva é o ouvinte. - a pessoa com deficiência auditiva vive entre ouvintes e lhe é indicado para a melhoria de suas condições de comunicativas e de vida a prótese auditiva. | - Surdez não é marcada pela falta, mas pela presença do olhar. - Marca primordial que caracteriza os integrantes da comunidade surda e os diferencia de outras comunidades não surdas. - as pessoas surdas são usuárias de língua de sinais, no caso em questão dos surdos brasileiros são usuários de Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS). - As pessoas surdas se autodeclaram como surdas e como pertencentes a uma comunidade surda. - As pessoas surdas possuem como primeira língua a língua de sinais. O português é a segunda língua dos surdos brasileiros. - A pessoa surda integra a comunidade surda. - O modelo linguístico cultural dos surdos é o próprio surdo. - A pessoa surda deve estar em contato com outras pessoas surdas o mais cedo possível para que tenha acesso a comunicação visual. |
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
sábado, 28 de agosto de 2010
SEMÂNTICA
A semântica estuda o significado das palavras.
Conhecer o significado das palavras é importante, pois só assim o falante ou escritor será capaz de selecionar a palavra certa para construir a sua mensagem.
Por esta razão, é importante conhecer fatos lingüísticos como: sinônimos, antônimos, homônimos, parônimos, polissemia, denotação, conotação, figuras e vícios de linguagem.
SINONÍMIA
terça-feira, 24 de agosto de 2010
COMEÇAR DE NOVO
Por Coraci Machado Araújo
Esse poema eu escrevi um dia que vinha daquelas viagens de visita às escolas.(2001/2004) Naquela oportunidade vinha da Gleba Martins. Era uma época que tinha muitas queimadas e os rios estavam quase secos. Algumas árvores começavam vestir uma nova roupagem e os passarinhos, timidamente, cantavam e procuravam, em vão, frutas para comer.Por isso, esse poema sobre o desrespeito ao meio ambiente, suas conseqüências e a força da natureza de superar os maus tratos e começar de novo.
O fogo passou levando tudo
O que era alegria virou tristeza
A floresta ficou de luto
Com a mancha da natureza
No coração da floresta,
Uma chaga, um desespero
Alguém fez derrubada
E a alma maculada
De milhões de brasileiros.
O rio perdeu seu leito
Suas matas ciliares
E chora sem caminho, sem estrada
Sob imponentes olhares
Suas águas espalhadas
Suas margens assoreadas
Pelas árvores derrubadas.
Nas árvores do cerrado
Os pássaros não cantam mais
Em cada pedaço de chão
O que era paz
Virou lágrima no sertão
No coração dos animais.
A água que banhava o varjão
Secou seu manancial
Para esse coração nenhum cirurgião
Nenhum quarto de hospital.
Homem, motosserra, machado, fogo
Só ingratidão
A natureza começa de novo
E leva esperança ao povo
Com uma nova certidão.
Sob novos olhares da sociedade
Após as chibatas e grilhões
A natureza não está morta
Dá seu grito de liberdade
E vai procurando respostas
Para suas indagações.
Como fênix, apesar do amor ferido
Das cinzas vai renascendo
Fazendo pulsar seu coração sofrido
E sua história vai sobrevivendo.
Veja:
A chuva que deita e levanta o pé de feijão
Fazendo o milagre da transformação
Da semente, o grão, para a mesa do cidadão.
Na margem do rio e em seu leito
A água desce seu curso na maior calmaria
Como se imitasse o jeito
De uma romaria.
A floresta vai se recompondo de mais uma jornada
Renascendo agora
De alma lavada
Do que lhe fizeram outrora.
Os pássaros felizes em seus ninhos de amor
Esperam confiantes
Que germine a semente
Que se fará flor
E será mesa farta, para a família do pássaro e do trabalhador.
A ressurreição do cerrado
Depois da passagem do fogo
Tudo parece passado
As árvores se vestem de flores
De todas as cores
E começam de novo.
O que era alegria virou tristeza
A floresta ficou de luto
Com a mancha da natureza
No coração da floresta,
Uma chaga, um desespero
Alguém fez derrubada
E a alma maculada
De milhões de brasileiros.
O rio perdeu seu leito
Suas matas ciliares
E chora sem caminho, sem estrada
Sob imponentes olhares
Suas águas espalhadas
Suas margens assoreadas
Pelas árvores derrubadas.
Nas árvores do cerrado
Os pássaros não cantam mais
Em cada pedaço de chão
O que era paz
Virou lágrima no sertão
No coração dos animais.
A água que banhava o varjão
Secou seu manancial
Para esse coração nenhum cirurgião
Nenhum quarto de hospital.
Homem, motosserra, machado, fogo
Só ingratidão
A natureza começa de novo
E leva esperança ao povo
Com uma nova certidão.
Sob novos olhares da sociedade
Após as chibatas e grilhões
A natureza não está morta
Dá seu grito de liberdade
E vai procurando respostas
Para suas indagações.
Como fênix, apesar do amor ferido
Das cinzas vai renascendo
Fazendo pulsar seu coração sofrido
E sua história vai sobrevivendo.
Veja:
A chuva que deita e levanta o pé de feijão
Fazendo o milagre da transformação
Da semente, o grão, para a mesa do cidadão.
Na margem do rio e em seu leito
A água desce seu curso na maior calmaria
Como se imitasse o jeito
De uma romaria.
A floresta vai se recompondo de mais uma jornada
Renascendo agora
De alma lavada
Do que lhe fizeram outrora.
Os pássaros felizes em seus ninhos de amor
Esperam confiantes
Que germine a semente
Que se fará flor
E será mesa farta, para a família do pássaro e do trabalhador.
A ressurreição do cerrado
Depois da passagem do fogo
Tudo parece passado
As árvores se vestem de flores
De todas as cores
E começam de novo.
Créditos de Educação e Liberdade
ESCRITO EM 21-10-02
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